As Tribos Perdidas Entre os Povos da Ásia (Parte III)

Como os Sofrimentos Milenar do Povo Assírio se Iguala ao dos Samaritanos a quem Esmagaram  Enquanto Aguardam o Mais Elevado Privilégio Entre Todas as Nações dos Gentios

Rosh Baruch Ben Avraham

Nenhum povo no mundo fez tanto mal a tantos povos como o povo assírio, e no entanto nenhum povo do mundo vem sofrendo o martírio a semelhança do mesmo povo que destruiu, o povo samaritano, ou melhor, a Casa de Efraim.

No entanto esse sofrimento, cujas feridas vem sendo saradas pela esperança da salvação em Yeshua a quase dois mil anos está para acabar. Nenhum povo ou nação do mundo exceto Israel, Egito e Assíria terão o privilégio de adorar como se fossem um só povo.

Existe uma maravilhosa profecia de redenção final para os assírios na qual o Eterno garante que eles constituírão depois de Israel e do Egito o terceiro povo mais importante no reino messiânico. Sim, nenhum povo na face da terra desfruta de tais promessas além de Israel e do Egito.

“Naquele dia haverá estrada do Egito até a Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios adorarão com os assírios. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma benção no meio da terra.” Yeshayahú 19:23-24.

É importante recordar que apesar das pretensões dos “movimentos proféticos” com mórmons, testemunhas de jeová, adventistas do sétimo dia, igrejistas de deus e tantos outros, nenhum destes povos é mencionado diretamente na Bíblia, e suas “profecias” são interpretações místicas, descontextualizadas e carentes de conteúdo real. No entanto, dois povos cristãos, os caudeus do Irã, Iraque, Síria e Líbano e os gaezes ou coptas do Egito e do Sudão.  O Caminho para o cumprimento dessa profecia já está aberto a muito tempo. Apesar de engolfados em grande parte pela apostasia quase universal trazida pela igreja de Roma, os crentes assírios ainda mantém a liturgia em aramaico e ainda invocam o Maschiach pelo seu verdadeiro nome.

A derrota final da Assíria se deu pouco depois que o exército egípcio, tendo pedido permissão para passar por Yehudá para se juntar aos assírios com que estavam unidos pelejou contra o rei Yosiah, por lhe ter negado a passagem, matando-o na famosa Batalha do Megido em 609, o mesmo lugar onde finalmente se travará a Guerra do Armagedon.

 

As forças combinadas de Egito e Assíria caíram no ano 608 diante da coalizão formada por Babilônia em Haram na Sìria. A última batalha deu-se em 605 em Carquemis quando a Assíria deixou de existir como nação. De lá para cá os assírios deixaram de lutar para dominar qualquer povo ou mesmo para proclamarem um Estado Livre na terra de seus antepassados. Sua batalha agora é a batalha da sobrevivência em meio ao ódio milenar de seus inimigos. Esse ódio se intensificou quando a Assíria foi conquistada pelos muçulmanos e eles se negaram a aceitar a nova fé. Seus sofrimentos teem sido terríveis.

Os assírios sofrem em média um massacre a cada 50 anos, como nas perseguições seculares contra os judeus o número total de vítimas não pode ser estimado, mas ultrapassa 1 milhão de mortos. No ano 339 católicos moveram mataram 16 mil assírios. Em 448 os persas massacraram 153 mil assírios no Azerbaijão. Em 519 um rei judeu subiu ao trono do Yemen e matou 2.000 assírios. Já na era muçulmana em 737 o Kalifa Mahdi decretou que os 5 mil assírios de sua jurisdição deveriam aceitar o islã ou morrer. Em 1.258 5% dos assírios de Bagdá foram condenados a morte e seus filhos escravizados.

Em 1.289 os curdos do Iraque atacam 70 cidades assírias, assassinam 500 homens e escravizam 1.000 crianças. EM 1297 Ala Al-Din massacra um número não determinado de assírios e leva 12.000 como cativos. Entre 1369 e 1400 mais de 160 mil assírios foram massacrados em Bagdá e Tikrit no Iraque por Timurlane um fanático muçulmano que edificou duas pirâmides com dezenas de milhares de cabeças humanas. Em 1829 curdos turcos destilaram sua ira matando 200 homens, 80 crianças que fugiam foram executadas, as  mulheres foram despidas e as mais belas foram feitas escravas sexuais enquanto as menos atraentes foram executas.

Em 1842 Badr Kan Bey, um líder curdo massacrou 10 mil assírios, mulheres e crianças foram escravizadas para serem doadas a muçulmanos ricos. Em 1860 no Líbano mais de 60 aldeias assírias foram queimadas por muçulmanos e por drusos e 12 mil assassinados durante o domínio dos otomanos turcos. O ódio se propagou a Damasco na Síria onde 11 mil foram assassinados. Entre 1895 e 1896 um massacre começado e Urfa na Turquia eliminou cerca de 100 mil assírios.

Em 1918 fugindo dos massacres otomanos milhares de assírios se refugiaram no Irã, onde foram cercados pelo exército turco em Khoi submetidos as mais vis torturas e 2.773 foram assassinados enquanto as mulheres e meninas mais belas clamavam pela sua morte, mas foram poupadas para engrossar seus haréns. Entre 1914 e 1920 as políticas de limpeza étnica contra o povo assírio nos domínios do Império Otomano custaram a vida de entre 500 e 750 mil assírios afora os milhões de armênios assassinados pelo fanatismo dos turcos muçulmanos.

Em 1933 o Massacre de Sibele perto de Mossul no Iraque custou a vida a 3.000 assírios, crianças foram lançadas ao ar e aparadas na ponta de baionetas, meninas e mulheres obrigadas a desfilar nuas para satisfazer os desejos mais vis de uma tropa muçulmana desalmada que não se contendo escolhia livremente as que seriam submetidas a seus abomináveis caprichos sexuais e estupradas. De lá para cá a situação não mudou muito e na guerra civil libanesa milhares deles pereceram ao lado de outros cristãos massacrados pelos guerreiros de Alah. O sangue desses mártires, que não amaram suas vdias até a morte, mas as entregaram em nome de Yeshua clama no juízo contra a besta que subiu da terra. Enquanto isso nossa imprensa prostituída não se cansa de alardear as virtudes do islamismo como uma religião da paz.

Retornando à história de Israel, seu povo afastado de sua terra, colocado nos confins da Assíria, se manteve distante das disputas que não lhe diziam respeito. Assim que Babilônia derroutou a Assíria em Carquemis ela se voltou para atacar seu aliado principal o Egito. Para chegar lá precisaria recuperar forças e sustentar seu exército. Nada melhor do que anexar Israel assim, em 605 quatro anos depois de perder sua soberania para o Egito, o Reino de Yehudá caiu sob o domínio babilônico.

 

As duas tribos de Yehudah e Binyamin logo conheceriam a amarga sorte de seus irmãos do norte, ser levados para o exílio, para cantar hinos de Tzion em terra estranha como fala o salmo 137. Estas escaramuças no ocidente no entanto, caíram como a mais formidável das bençãos para as tribos cativas da Assíria. Destruído seu inimigo exatamente como profetisado por Yeshayahú eles aproveitaram para abandonarem aquelas terras e buscarem refúgio no Oriente, internando-se pela Ásia. Essa partida para uma terra longínqua como resultado das transgressões era também a condição para o cumprimento da glorioda promessa:

 

“Ainda que o teu desterro tenha sido para a extremidade do céu, desde ali te ajuntará o Senhor teu Deus, e dali te tomará.” Devarim/Deuteronômio 30:5.

 

A 2.520 anos, quando as duas casas de Israel haviam conhecido o exílio e Yehudáh já estava voltando para casa, ainda que numa quantidade infima, o Eterno declarou que um dia recolheria seu povo do Leste e do Oeste e os reuniria de novo em Israel.

 

“Assim diz Yah Tsabaot (Senhor dos exércitos): Eis que salvarei o meu povo, tirando-o da terra do oriente e da terra do ocidente; e os trarei, e eles habitarão no meio de Jerusalém; eles serão o meu povo, e eu serei o seu Elohim em verdade e em justiça.” Zechariya 8:7.

 

Na época dessa profecia apenas 1% da população de Israel que rondava os 5 milhões de pessoas estava retornando para casa após o fim do cativeiro babilônico que libertou Yehudáh.

 

Esse retorno de inlcluiu apenas umas poucas pessoas das dez tribos que haviam rompido sua irmandade com o Reino de Israel devido à grande apostasia de Yaraveam ao levar Israel à adoração do bezerro de ouro e se unido a Yehudáh. Na sua política de transportar povos inteiros primeiro ela tomou os israelitas e os levou para as proximidades do Rio Gozã e para as regiões da Média como está escrito:

“No ano nono de Oséias, o rei da Assíria tomou Samária, e levou Israel cativo para a Assíria; e fê-los habitar em Hala, e junto a Habor, o rio de Gozã, e nas cidades dos medos.”Melachim Beit/2 Rs 17:6.

 

Não contente com isso sua política de deportações atingiu a outros povos com forte identidade nacional e que poderiam criar revoltar. Estes povos foram trazidos a Israel para repovoarem a terra, mas foram punidos pela sua infidelidade o que mostra que a terra de Israel é santa e seus moradores devem ser santos. O Eterno tanto pune seu povo quando pratica iniquidade lá como também os que não são seu povo. Animais e feras do campo contidos quando o povo é fiel são usados como castigo contra moradores infiéis, israelitas nou não. Isso mostra que a santidade da terra de Israel não é uma simples questão de escolha, é uma necessidade.

 

“Depois o rei da Assíria trouxe gente de Babilônia, de Cuta, de Ava, de Hamate e de Sefarvaim, e a fez habitar nas cidades de Shomeron (Samária) em lugar dos filhos de Israel; e eles tomaram Shomeron em herança, e habitaram nas suas cidades. E sucedeu que, no princípio da sua habitação ali, não temeram ao Eterno; e o Eterno mandou entre eles leões, que mataram alguns deles. Pelo que foi dito ao rei da Assíria: A gente que transportaste, e fizeste habitar nas cidades de Samária, não conhece a lei do elohim da terra; por isso ele tem enviado entre ela leões que a matam, porquanto não conhece a lei do elohim da terra. Então o rei da Assíria mandou dizer: Levai ali um dos sacerdotes que transportastes de lá para que vá e habite ali, e lhes ensine a lei do elohim da terra. Veio, pois, um dos sacerdotes que eles tinham transportado de Shomeron amária, e habitou em Betel, e lhes ensinou como deviam temer ao Eterno.” Melachim Beit/2 Rs 17:24-28.

 

Este sacerdote israelita, não conseguiu levar os deportados de outras terras a servir ao Eterno com integridade, mas algumas das coisas que lhes ensinou foram inseridas na sua antiga religião. Israelitas fiéis deixados na terra se casaram com as mulheres estrangeiras dando origem a que hoje é a pequena comunidade samaritana, sobrevivente a um holocausto proporcionalmente maior que o dos judeus. A fidelidade de uns poucos israelitas que se casaram com mulheres estrangeiras deu origem a primeira forma de judaísmo dissidente, o samaritanismo que inexplicavelmente sobrevive até aos dias de hoje.

 

Os samaritanos, mencionados na bessorat especialmente pelos resultados do encontro com Yeshua junto ao poço de Yakov, em Sheken, constituem os remanescentes da religião fundada por Yaraveam. São também a face visível da Casa de Israel que jamais perdeu a sua identidade preservando a guarda do shabat, as festas da Torah e a prática da circuncisão, coisas que praticamente desapareceram entre os israelitas dispersos a partir da Assíria. Um povo sofrido, cuja sobrevivência parece ter sido um milagre ainda maior que a sobrevivência da parte visível da Casa de Yehudáh.

 

O Samaritanismo fundados por Yaraveam  (século X AEC) misturava a idolatria com o judaísmo.Os poucos que ficaram na terra porém, retornaram a uma forma não idólatra de culto centralizada no Monte Gerizim, onde construíram seu próprio Templo opondo-se a orientação profética de cultuar somente em Yeruhalaim e no Monte Tzion. Hoje são cerca de 712, destes 350 vivem em Holon, cidade israelense de 187 mil habitantes  no Distrito de Tel Aviv e o restante no Monte Gerizim, perto de Nablus, na Cisjordânia, cidade de 126 mil habitantes de maioria muçulmana onde mantém uma antiga sinagoga em funcionamento.

Após a revolta judaica de Bar Kchoba sufocada pelos romanos, os samaritanos conheceram seu período de ouro quando os judeus praticamente abandonaram Israel. Gozaram de uma autonomia que lhes permitiu reconstruir o Templo do Monte Gerizim. Durante o domínio do Império Bizantino, sob o Imperador Flavio Zeno Augustus (425-491), seu governo (474-495) obrigou os samaritanos a se converterem, perseguindo e matando os que se negavam a isso, convertendo sua sinagoga em igreja e dominando o Monte Gerizim onde construiu locais de culto cristãos e sepultou seu filho colocando uma cruz diante da qual os samaritanos eram obrigados a se inclinar.

Em 484 os samaritanos suspeitando que os bizantinos iriam transportar os restos mortais do sumo Sacerdote Aharon e seus filhos Elazar, Itamar e Pinechás invadiram a catedral matando cristãos e cortando os dedos de Terebinthus, o seu bispo, que fugiu para Constantinopla em busca de ajuda. Zenão sufocou a rebelião e reconstruiu a Igreja de São Procópio em Neápolis (Nablus) e os samaritanos foram proibidos de subir ao Monte Gerizin.

Na Segunda Revolta Samaritana em 495 eles tomaram novamente o controle do Monte Gerizin durante o governo de Flavius Anastasius Augustus (430-518). Cansados do desrespeito à sua fé e aos lugares sagrados que dominavam, a mais de 1400 anos Juliano Ben Sabar, o Bar Kochba dos samaritanos,  liderou a Terceira Revolta Samaritana proclamando um Estado Samaritano na Região tendo Yaraveam, fundador do Reino de Israel  como modelo. Em um ano a Samaria estava sob seu controle.

Justiniano I (483-565) os atacou com o apoio dos árabes Ghassanides e sufocou a rebelião. Ben Sabar foi decapitado e dezenas de milhares de samaritanos foram mortos. A Quarta Revolta Samaritana começou em  556 e se prolongou até o ano 572,  quando foram apoiados pelos judeus. O levante terminou com 120 mil mortos, e milhares de cativos. A comunidade de cerca de 1 milhão de pessoas existente entre os séculos V e VI foi praticamente extinta. O domínio islâmico não facilitou as coisas, embora o holocausto samaritano, que deve ter matado mais de 200 mil e resultado na deportação de outros 800 mil tivesse terminado.     

Bem, mas deixando de lado os samaritanos, retornamos agora às tribos perdidas, ou seja, a seus irmãos da Casa de Israel que não tiveram sacerdócio, Torah, Monte Gerizim e estas coisas para conservar-lhes a identidade. Se os samaritanos, graças a presença dos sacerdotes foram conduzidos de volta à Torah e abandonaram a idolatria, os exilados foram paras as nações e por elas foram influenciados. Estes, assim como gentios em Israel aprenderam algo da religião dos profetas, os israelitas no exílio viriam aprender muito mais do paganismo do que da religião de seus antepassados.

Afinal se em sua própria terra eles já haviam servido os deuses das nações quanto mais fora dela.

 

“Assim sucedeu, porque os filhos de Israel tinham pecado contra Yah seu Deus Elohim ... e porque haviam temido a outros Elohim, e andado segundo os costumes das nações ... segundo os que os reis de Israel introduziram. Também os filhos de Israel fizeram secretamente contra Yah seu Elohim coisas que não eram retas. Edificaram para si altos em todas as suas cidades... Levantaram para si colunas e aserins em todos os altos outeiros, e debaixo de todas as árvores frondosas;  queimaram incenso em todos os altos, como as nações... cometeram ações iníquas, provocando à ira de Yah. E serviram os ídolos, dos quais o Yah lhes dissera: Não fareis isso.” Melachim Beit/2 Rs 17:7-12.

 

Por conta disso a excursão do povo de Israel em sua diáspora assíria seria uma excursão em direção a outras nações. No ano 653 Assurbanipal (669-631 AEC) não pode impedir que o Egito se desligasse do Império o que abriu um precedente perigoso. Inspirados no sucesso egípcio os elamintas, os fenícios (libaneses) e babilônios inicaram suas revoltas. Em 625 os caldeus tomaram a grande cidade de Babilônia fazendo dela sua capital. Ashur, a antiga capital do reino fo tomada em 615 por Uvarkhshattra (645-585), rei dos medos mais conhecido por Ciaxares. Coube a ele aniquilar o que restava do reino assírio tomando Ninive a capital no ano 612.

 

Em meio a esses conflitos no oriente próximo, quando as grandes potências (Egito, Elão, Babilônia, Média e Pérsia) estavam se movendo na conquista dos territórios antes dominados pelos assírios, os israelitas iniciaram a sua segunda diáspora. Haviam sido forçados a deixar a sua terra para se fixarem a mais de 1.000 quilômetros dela.

 

Agora aproveitaram para fugir em todas as direções em busca de lugares onde pudessem reiniciar sua vida nacional, mas sabedores que sua terra estava sob domínio estrangeiro partiram sobretudo para o centro da Europa, para a África e  para a Ásia. Logo, o cuprimento pleno e total da profecia de Zacharya onde o Eterno promete trazer de volta seus filhos do oriente ainda está no futuro.

O Oriente é pois uma terra de onde se deve esperar o retorno de muitos dos filhos de Israel que devem ser salvos e logo trazidos a Yerushalaim para adorar o Rei. O que não se tem pensado é quão oriental é esse oriente. Para que se tenha uma idéia disso é recomendável recornar que o Eterno está falando através de um profeta que estava em Yeruhalaim, portanto estamos falando não do oriente em relação a Brasília, mas do oriente em relação a Israel e a Yerushalaim, é bem o que chamados de extremo-oriente.

 

De lá devem vir adoradores para se inclinar ante o Soberano do universo na cidade santa.  Bem, acertado que as tribos perdidas retornarão a fé e à terra de Israel resta um mistério. De onde elas virão ou melhor, onde elas estão? No judaísmo as correntes místicas cabalísticas e chassidim têm dedicado bastante espaço a isso. Traços das tribos perdidas da Ásia tem sido apontados no Japão, nas Filipinas, na Índia, em Mianmar, no Bangladesh, no Paquistão, no Uzbequistão, nas pequenas repúblicas do Cáucaso, no Kurdistão e na Síria. Em nossos próximos tópicos a história, a religiosidade, a relação destes países com Israel e com os judeus será analisada a fim de traçarmos um perfil capaz de apontar as tribos perdidas entre os povos da Ásia.