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:: Como Associar-se ::


Como explicado no menu quem somos, nossa visão ministerial difere de todos os grupos exclusivistas desde a Igreja Católica Apostólica Romana até às igrejas que se titulam Igreja de Deus, sejam elas sabatistas ou não, e que não obstante se proclamam a porta exclusiva para a salvação, os únicos detentores da verdade plena, os únicos reconhecidos por Elohim, a igreja fora da qual ninguém se salva etc.
               

Nos opomos firmemente a essas vaidosas profissões de fé como ingênuas manifestações que só podem ser sustentadas por aqueles que desconhecem ou negam as palavras de Yeshua que diz: “ Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem.” (João 10:9) Cremos que a salvação de Adonay se revela numa pessoa, Yeshua, e quem quer que creia nele de todo o coração como seu substituto ante a justiça do Pai foi salvo. Assim, um parte de nossa missão testemunhar que Elohim “nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho” e proclamar aos que “creem no nome do Filho de Elohim,” que eles tem de saber que têm  “a vida eterna.” Yochanan Alef 5:11-13.


Sendo que a salvação é o resultado da ligação direta entre o homem e o Messias, sem a ação de intermediários sacerdotais, ministeriais ou eclesiais, é claro que ninguém precisa de igrejas, organizações, ministérios e associações para ser salvo, mas apenas e tão somente de entrar pela porta, e isso também não é o resultado da ação dos homens e das igrejas, que por sinal raramente falam sobre a salvação, quando falam. Acreditamos que se você foi a Yeshua crendo nele como seu salvador e exemplo único de santidade, então o Pai operou em sua vida. Isso é claro quando lemos do próprio Filho: “ Todo o que o Pai me dá, virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.” Yochanan/Jo 6:37. Estando certo de que você já foi a Yeshua, levado pelo Pai, não por uma organização religiosa pomposamente denominada “Igreja de Deus”, também deve ser certo de que ele de forma alguma o lançará fora.
No entanto, a exaltação de Adonay como salvador de seu povo Israel, identificado no conjunto de crentes em sua palavra, não nos membros de uma ou várias organizações religiosas, não significa que desprezemos o mérito da organização como instrumento aglutinador dos crentes que são por ela levados a orar juntos, a se consolarem mutuamente nas horas de aflição, a se alegrar juntos e festivamente na presença do Pai nos dias por ele designados, a estudar as Escrituras e a proclamar sua verdade.

 

É justamente por causa dessa necessidade dos santos e de quantos Adonay vir a chamar que surge a necessidade da organização, que erroneamente é chamada de “Igreja” como se a instituição pudesse conter todos os remidos de Adonay, e principalmente como se a kehilah Yisrael tivesse sido trocada por alguma entidade gentílica pelo simples fato de crer no Messias.  Reconhecemos que em cada organização criada pelos filhos de Israel espalhados entre as nações, identificados ou não, estão presentes os filhos de Adonay mantidos através do pacto eterno de manutenção da semente de Avarahm e que o mesmo pode ser dito dos que não provindo as semente do grande patriarca que é numerosa como o pó da terra se uniram a Israel pela fé em seu bendito Messias, que é não só o salvador de Israel, mas de homens de todo o mundo.


É nossa convicção de que cada um dos filhos do Altíssimo que se voltaram para ele de todo o coração e amam o que ele ama, a saber seu povo escolhido, podem ser parte da grande Kahal Yisrael (Igreja de Israel) e que cada um desses crentes vive uma parte das verdades bíblicas. No entanto, agora que estamos chegando aos tempos da restauração de todas as coisas, sabemos que a proclamação de uma parte da verdade já não é suficiente. Chegou o tempo para sacudirmos antigos mitos, pormos à prova “verdades inamovíveis” que se assentam apenas sobre a base de humanas invenções de homens e mulheres dentre os gentios.  É possível que o leitor já tenha se dado por conta disso, e que em perplexidade se pergunte: O que posso fazer para ajudar meus irmãos cristãos a abandonarem a herança romana que crassa por todo o lado e a se tornarem um povo hierosolimitano, ou seja, um cidadão de Jerusalém que aguarda a vida e a benção desde o Monte Tzion? 


Respondemos que para isso, nós, os que já fomos chamados à restauração necessitamos somar esforços. Isso exige que nos organizemos espiritual, física e financeiramente para celebrar as festas de Adonay e para proclamar  a verdade eterna por todos os meios possíveis, (áudio , vídeo, imprensa e testemunho pessoal).  Para isso, a congregação Kahal YiSrael de Ji-Paraná, propôs a fundação de uma entidade capaz de irmanar outros membros, famílias e congregações num mesmo propósito e ação. Isso fez surgir a ACCI-Associação de Congregações Comunidade de Israel.


Nosso sistema organizativo é completamente congregacional. Cada membro, chavurah (grupo) ou kehilah (congregação), ou mesmo um conjunto de congregações trabalhará efetivamente para fazer discípulos em sua área de influência. O sistema autônomo permite que os membros escolham livremente seus roshim (líderes) e demais oficiais sem a interferência da Associação de Congregações Comunidade de Israel que lhe empresta apoio.   Da mesma forma o cuidado da ordem e da disciplina do grupo segue parâmetros próprios que nem obrigam a associação a intervir em assuntos locais, passando por alto a autoridade da kehilah que é a única entidade autorizada a dar as boas vindas a um membro, a suspender seus direitos temporariamente ou a excluí-lo da comunhão plena se for o caso.


Este princípio do congregacioanalismo autonomista que estabelecemos por que é o método judaico de governo sugerido pelo próprio Maschiach em Matytyahú 18 também se aplica a uma outra questão, o gerenciamento e aplicação dos fundos de uma congregação. Objetamos seriamente ao episcopalismo romanista que faz da “igreja” uma empresa transacional em que uma salinha de culto construída nos rincões do Madagascar sejam propriedade inalienável da Associação, e através dela da Conferência Geral. Isso é especialmente deletério no dia em que esses irmãos que suaram duro para edificar sua sala de culto sentem que precisam mudar sua fé e ai descobrem que a organização é a proprietária do imóvel ainda que não tenha assegurado nenhum de seus membros, e que se o quiserem terão de negociar a compra daquilo que por direito lhes pertence. Nossa associação não pretende e nem será dona de propriedade alguma, exceto aquela que um dia as contribuições vindas de fora permitam adquirir em caso de necessidade. Todos os bens móveis e imóveis e todos os ativos financeiros serão propriedade de cada congregação. Cabe também a congregação a auditoria responsável dos balancetes de receitas, despesas e resultados.    E é como entidades livres e soberanas que as congregações se unem a nós.


Como já foi dito não somos uma organização monolítica, permitirmos o livre pensamento, e acreditamos que devido aos anos de distanciamento da fé judaica a esmagadora maioria dos filhos de Israel desconhece não só as suas origens, mas também às suas responsabilidades diante do Criador. E por causa disso, nos alinhamos ao movimento judaico de restauração apelando àqueles a quem Adonay dirigiu numa visão convergente para que se junte a nós nesse esforço de restaurar tanto a Torah como a grandeza da bessorat (evangelho). Nossa missão é a proclamação de que se por um lado somos salvos somente por graça, sem as obras da Torah para que em nada nos gloriemos, por outro lado fomos criados em Yeshua há Maschiach para praticar as mesmas obras que a Torah ordena.


Claro que existem aspectos de nossa visão escatológica que por hora, com a luz que temos consideramos inegociáveis para uma plena associação. Esses aspectos estão delineados em nossa declaração de fé. Isso não significa que nos consideramos separados espiritualmente dos que não estão prontos a pensar como nós e que por isso mesmo optam por se unir a outro ministério, permanecer desvinculado de qualquer outra comunidade ou simplesmente iniciar um novo ministério. Nossa visão ainda é a de Yeshua que corrigiu seus discípulos por que num zelo fanático queriam impedir aqueles que expeliam shidim (demônios) em nome de Yeshua. Nossa máxima é: “"Pois quem não é contra nós, é por nós" (Marcos 9.40; Lucas 9.50). E por nós aqui não inferimos um grupo religioso qualquer, nem mesmo o nosso. Quem não é contra nós, o corpo inteiro de Yeshua, então é por nós.


Apesar dessa visão contudo, desejamos estar unidos corporativamente àqueles aos quais já nos sentimos unidos espiritualmente pelo corpo (a vida) e o sangue (a morte) de Yeshua. Por essa razão as alianças são bem vindas e esperamos que a ruach há kodesh o impila a uma unidade orgânica com esse ministério. Se a nossa visão o agradou, se sentiu o testemunho da ruach (espírito) de que o que ensinamos está de acordo com a Palavra sua colaboração nesse ministério é mais que necessária. Associe-se a nós através de uma carta ou email. Teremos o prazer de tê-lo como parte dessa associação e publicar seu nome ou de sua congregação entre nossos contatos.  

 

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